Fizemos um tour de mais de 2 horas, pela casa que guarda muitas histórias, umas das mais antigas de Beaune.
Tivemos a oportunidade de conferir de perto, onde os franceses construíram paredes falsas, para esconder seus vinhos da invasão alemã. Acredita-se que ainda hoje, existam muitas paredes que guardam vinhos, que seriam considerados verdadeiros tesouros.
Foi estipulado que um vinho Grand Cru, deve ser produzido apenas em 33 regiões de Burgundy, representando menos de 2% da produção total. Logo, temos o Premier Cru, Village wines e regional wines, sendo que o último, apesar de ser a mais baixa classificação, produz mais de 50% dos vinhos de Burgundy. Continuando nossa rota, visitamos a Louis Jadot, também em Beaune. Lá, demos uma volta pela sala de fermentação e logo descemos ao Cellar, onde então provamos mais de 20 vinhos direto dos barris, uma experiência fantástica, onde degustamos vinhos das melhores regiões de Burgundy e notamos como o solo influência na característica de vinhos produzidos da mesma forma e com as mesmas uvas.
DRC como é chamado, produz vinhos das duas melhores áreas de Burgundy, Lá tache e Romanée Conti. Seus vinhos, junto com o Chateau Petrus de Bordeaux, chegam a preços astronômicos e uma visita às estes dois grandes é algo difícil de se conseguir.
O Domaine Rion, tem um cuidado especial na produção dos vinhos. Longe de máquinas de alta produção, eles colhem as uvas manualmente e a única seleção das uvas é feita no campo. Não existe outra seleção manual ou de máquinas ópticas. Tudo isso para preservar a uva e os agentes naturais que ficam em volta da casca.
No processo de maceração, usam os pés, não usam agrotóxicos e tentam deixar a natureza fazer seu trabalho com o mínimo de intervenção do Homem.
Resultado? Vinhos fantásticos.
Destaque para o sorvete de truffas, fantástico!
A coruja é o símbolo de Dijon, por ter sido encontrada em uma parede de uma Igreja. Diz a lenda que passar a mão esquerda na coruja da sorte é o traz de volta a Dijon.
Bom, fizemos isso a 7 anos atrás e cá estamos novamente...
Fomos ao famoso mercado Les Halles, onde você pode tomar um vinho e degustar salames, queijos locais e os famosos Macarons.
Os vinhos de Chablis são conhecidos mundialmente por seu sabor mineral e pela produção da uva Chardonnay.
A classificação de Chablis é simples: Petit Chablis, Chablis, Premier Cru e Grand Cru, sendo o último o melhor na classificação, produzido no melhor solo de Chablis.
Recebemos uma aula sobre as regiões de Chablis no Domínio Thierry Laffay, onde também encontramos um ótimo Grand Cru, Vaudésir, 2011 com final de ervas incrível.
Como era Domingo, visitamos o Domínio Régnard para provar mais alguns Grands Crus, antes de passarmos algumas horas em uma feira local, onde compramos pão, salame e cerejas em um de nossos locais preferidos, local market!