Existem algumas cidades na China que fornecem o visto de trânsito, concedido no aeroporto, sem custo e que permite ao viajante ficar até 144 horas na região. Foi com este visto que visitamos Beijing.
Contratamos a beijingimpression.cn para um tour privado de 3 dias, sem aquelas paradas em lojas para turistas e sem ter que esperar por 40 pessoas em um ônibus.
Mas o que fazer em 144 horas em Beijing?
No primeiro dia visitamos o Summer palace, um conjunto de templos que era o jardim imperial na Dinastia Qing.
Escorpião, cobra, lagarto, larvas… o ideal é já andar com uma cervejinha na mão, pois algumas vezes você vai precisar dar um “empurrãozinho”para descer as iguarias.
A maior região produtora da China se chama Yantai-Penglai, com mais de 140 vinícolas produzindo 40% do volume total Chinês.
As marcas mais conhecidas e que podem ser encontradas facilmente são Changyu, Great Wall e Dynasty, com vinhos de entrada, até produtos mais elaborados passando dos $70 dólares.
Em Setembro de 2011 China deu um grande passo para o mercado mundial, quando a vinícola Ningxia Helan Qingxue, ganhou o Decanter World Wine Award’s Red Bordeaux Varietal, com seu 2009 Jiabeilan Cabernet Sauvignon blend.
A fixação por Bordeaux é tamanha que em Dezembro de 2011, em Beijing, na competição chamada “Bordeaux against Ningxia” especialistas da França e China, em uma degustação de vinhos Franceses e Chineses, elegeram em um teste cego 5 vinhos que consideravam ser os melhores. Destes 5, 4 eram Chineses.
Mas enfim, em uma viagem a China é quase impossível você não provar dois tipos de vinhos:
O Dragon Seal, que está em todos os restaurantes e é servido nos voos na China;
E o Great Wall, que você encontra na muralha, no supermercado, no posto de gasolina…