Ambas brancas, assim como 80% da produção local, Silvaner é a preferida dos locais, enquanto a Bacchu é considerada a favorita pelo público feminino por ser bem aromática.
Os vinhos de Franconia, usam a garrafa redonda chamada Bocksbeutel.
Lá tomamos um Riesling Kabinett. Kabinnet, é uma terminação para vinhos leves e não Chaptalized, ou seja, vinhos que não receberam adição de açúcar para aumentar a graduação alcoólica. Naturwein ou Natuerrein, também podem ser usados ao invés da expressão Kabinett.
Riesling podem ser doces a secos. Se você não gosta dos vinhos mais adocicados, procure pela expressão Trocken, que são vinhos secos. Note que mesmo os vinhos secos, são amparados por lei para ter até 9 gramas de açúcar residual.
No mesmo dia que visitamos Würzburg, estava rolando um festival de vinhos, parecia combinado!
Várias barraquinhas, você senta, come uma comida típica alemã, e começa a degustar os vinhos de Franconia por uma média de 2 Euros, um copo que transbordava!
Detalhe, estamos na região de Bavária, conhecida por suas cervejas, então o vinho vem em uma caneca!
Provamos o SCHWARZRIESLING, que seria o Pinot Meunier, vinho bem claro, leve, pouca acidez e tanino, com forte sabor de caramelo e representando apenas 2% da produção total da Alemanha.
Degustamos de tudo, Riesling seco e doce, e como a uva número um da Alemanha, tem o seu lugar, é claro. Porém, podemos dizer que Silvaner e Bacchus tem um por quê de serem consideradas as preferidas da região!
No meio da cidade completamente cercada por muralhas, provamos diversas comidas, destaque para o doce da região, uma massa frita em formato de bola. A coberta com chocolate é sacanagem...
Prost!