A foto em destaque no post, é a do Bran castle, o castelo que inspirou a lenda do Vampiro Drácula, escrita por Bram Stoker.
Uvas mais cultivadas na Romênia:
Brancas - Fetească Albă, Fetească Regală, Riesling, Aligoté, Sauvignon, Muscat, Pinot Gris, Chardonnay, Tămâioasă Românească, Grasă de Cotnari, Galbenă de Odobești.
Tintas - Cabernet Sauvignon, Băbească Neagră, Fetească Neagră, Pinot Noir, Busuioacă de Bohotin.
O nosso primeiro wine tasting foi na linda cidade de Brasov, em um wine bar chamado Terroir Boutique du vin.
Lá provamos duas brancas, não muito comuns, chamadas Cramposie e Sarba. A primeira com forte acidez e minerais. A segunda mais fácil de tomar, lembrando um chardonay não envelhecido.
Provamos também 3 tintas, Feteasca neagra, com um tanino bem afiado, estrutura forte, com final apimentado e defumado. Depois degustamos um Merlot bem balanceado, ideal para os amantes de um Bordeaux de Pomerol. Por fim a Negru de Dragasani, variedade fresca e frutada!
Logo após o comunismo, onde as empresas ficavam em poder do governo, alguns empresários começaram a produzir um pão grelhado, de fermento doce, coberto com açúcar, chocolate ou nozes, é o famoso Kurtos kalacs. Também conhecido como bolo chaminé, essa massa oca, pode ser encontrada em cada esquina desta região da Romênia.
Em Cramele, estavam nos esperando para uma degustação comentada e para um tour nas instalações da empresa. Tudo muito organizado, com estrutura comparável aos grandes franceses.
O Pinot Noir realmente é especial! Bem achocolatado e com toques de caramelo, fácil de beber e não tem erro para os paladares mais sensíveis.
A Feteasca Neagra, a uva mais antiga da Romênia, possui uma intensa cor vermelha, bem estruturado, com 12 a 14% de álcool, produz vinhos excelentes, considerados os melhores do país.
A surpresa da degustação foi o branco Fetească Regală, muito aromático e um retrogosto mineral. Esta uva, com boa acidez, foi criada em 1930 e hoje é a mais cultivada na Romênia.